domingo, 4 de setembro de 2011

Três Pequenos Pássaros

 Não se preocupe com nada , porque cada pequena coisa vai ficar bem;

Levantar esta manhã Sorrir com o Sol  nascente Três Pequenos Pássaros

Pela minha porta cantando musicas doces 

De melodias puras e verdadeiras dizendo:

"Esta é a minha mensagem para você"

Dizendo não se preocupe com nada

Porque cada pequena coisa    

Vai ficar tudo bem!

  (  Bob      Marley)      ......                     

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Saudades...♥



"Saudades é quando o tempo tenta fugir da lembrança para acontecer de novo e não consegue..."

Poderia passar a minha vida inteira com vocês, mas as coisas nem sempre pode ser como desejamos. Coda um de nós tem um caminho e os sonhos para realizar, novas amizades para conquistar, experiências para viver...."Não falamos ADEUS apenas nos separamos para que o destino nos dê um reencontro feliz"... AI vamos nos sentar em algum lugar ou ficar em pé no meio da rua esperando o sinal fechar, vamos na barraquinha de cachorro-quente pensar o que vamos comer mas sempre vai ser cachorro-quente, vamos comprar fraldas acho que dessa vez vai ser tamanho G para sobrinha de Juliana, atravessar a ponte do centro da cidade comendo chocolate barato depois voltar, ir nas lojas de roupas para Bebê e Lucas vai ser o Pai dos nossos filhos...kkk..
Gabriely: a menina com o rostinho de Bebê, jeitinho de menina..mas quem é Grossa é ela.
Juliana Caroline: a nossa propaganda enganosa, parece ser tão calma...mas como é estressada.
Juliana Paula: a alegria das nossas manhãs, a palhaça do grupo, o meu Feijão da sexta básica, aquela que nos faz andar horas pela cidade com ela e no final acabamos com a barriga doendo de tanto rir e não compramos nada.  
Lucas Candido: aquele que sempre vira a noticia, sempre leva nome de cabra safado, que tem que aguentar o nosso falatório, bendito entre as mulheres rsrs.. nos ama assim mesmo e nós o amamos também... 

E eu sou muito feliz por ter vocês na minha vida...


quinta-feira, 1 de setembro de 2011

O melhor desta TERRA...

Ora Àquele que é poderoso para fazer tudo muito mais abundantemente além daquilo que pedimos ou pensamos..(Efésios 3:20)
Se quiserdes e me ouvirdes, comereis o melhor desta terra...(Isaías 1:19)


A cada dia que passa DEUS me mostra que vivo e tenho o melhor desta terra..só tenho a te agradecer SENHOR...! Quando olho para traz posso compreender que realmente tudo coopera para o bem daqueles que amam a DEUS...Cada acontecimento foi uma peça fundamental para o agir de DEUS em minha vida..!
Agradeça a DEUS não só pelos momentos bons, mas também pelos momentos difíceis, porque além de ser uma grande escola e te ajudar a amadurecer é deles que você vai se lembrar no dia da VITORIA. ♥


O melhor de DEUS ainda está por vir! 

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

A Ressurreição de Cristo







INTRODUÇÃO
A ressurreição de Cristo foi a justificação do Crucificado, isto é, a declaração de Deus de que Sua morte, não foi morte de um culpado, e, sim, a do “Santo e Justo”; que não foi fatalidade ou martírio ao acaso, e, sim, propósito eterno e a verdadeira finalidade de Sua encarnação. Em conseqüência, a justificação da pessoa humana, mediante a fé, dependia também desta ressurreição. Portanto, na fé tudo depende do objeto, do conteúdo da fé (Rm 4.25).

I- A RESSURREIÇÃO DE JESUS É O FIRME ALICERCE DO CRISTIANISMO
A ressurreição de Jesus Cristo é o firme alicerce da Igreja Cristã, sendo o elemento do qual se origina uma das principais diferenças da doutrina cristã, quando considerada ante outras religiões. O apóstolo Paulo, escrevendo aos Coríntios sobre a importância da ressurreição, disse: ‘…se Cristo não ressuscitou, é vã a vossa fé, e ainda permaneceis nos vossos pecados” (1 Co 15.17).
1. A importância da ressurreição. Os mensageiros da ressurreição de Cristo foram ministros dotados de grande poder. Um anjo do Senhor facilmente fez deslizar uma pedra maciça (Mt 28.2,3). Foi um anjo o portador da extraordinária mensagem de vitória sobre a morte (Mt 28.5-7).
A morte não é o fim da vida para aqueles que estão em Cristo (Mt 16.18; J0 6.37-40; 19.25,26). Jesus ressuscitou! Aleluia! Atravessou a matéria física, deixando vazio o túmulo onde jazera. O anjo rolou a pedra que fechava a entrada do túmulo, para que todos vissem que este, agora, estava vazio. Glória a Deus!
2. Os resultados da ressurreição. Ele não está aqui, porque já ressuscitou!” =(Mt 28.6). O que serviu de derrota para uns, foi a mensagem de gloriosa vitória e poder para outros. A ressurreição de nosso Senhor trouxe aos crentes a garantia da vitória sobre a morte e o inferno, e a certeza da vida eterna (1 Co 15.20-23, 53-55).
O pavor da morte dissolveu-se, por assim dizer, e o crente em Cristo pode agora, enxergar para além das nuvens, até à glória dourada da vida eterna em seu Salvador. Assim, a certeza da nossa futura ressurreição em Jesus é sempre nova, baseada no que diz a Escritura: “Mas agora Cristo ressuscitou dos mortos, e foi feito as primícias dos que dormem” (1 Co 15.20). Devemos, portanto, ter em mente este agora e, assim, proclamar a ressurreição de nosso Senhor como um fato sempre novo! A ressurreição de Cristo é, para sempre, a suprema e majestosa base do Evangelho e da nossa fé.

II – CRISTO RESSUSCITOU AO TERCEIRO DIA
O Senhor Jesus havia ensinado aos seus discípulos que Ele ressuscitaria “ao terceiro dia” (Mt 16.21; Mc 9.31; Lc 9.22), após permanecer três dias e três noites no seio da terra. Veja Mt 12.40. Para que haja uma melhor compreensão do significado dos sofrimentos, morte e ressurreição de Jesus voltemos nossas atenções para a semana da sua crucificação.

1. Cronologia dos acontecimentos. Cronologicamente falando, Jesus terminou seu discurso escatológico numa terça-feira e, a partir daí, seguiu em direção à cruz, “como um cordeiro levado a matadouro”, para que se cumprisse a Escritura (Is 53.7).
Acompanhemos então os acontecimentos que se seguiram a esse dia:
= Domingo: Jesus é ungido em Betânia em casa de Marta, onde estavam seus irmãos, Maria e Lázaro (Jo 12.1-7). João diz que este acontecimento deu-se “seis dias antes da páscoa”. Portanto, exatamente no domingo!
= Segunda-feira: Entra em Jerusalém e chora sobre ela (Lc 19.37- 41).Portanto, “no dia seguinte” (Jo 12.12).
= Terça-feira: Faz a purificação do templo (Mc 11.11,12,15), e a- pós censurar os escribas e fariseus (Mt 23) Ele acrescenta:
“Bem sabeis que daqui a dois dias é a páscoa” (Mt 26.2).
= Quarta-feira: Os evangelistas não registram nenhuma atividade humana de Jesus nesse dia.

= Quinta-feira: Come a páscoa com seus discípulos à tarde, e à noite segue para o Jardim do Getsêmani (Mt 26.20). De acordo com esta cronologia, Jesus morreu na
= sexta-feira: e, conseqüentemente, ressuscitou no domingo. O testemunho deixado pelos Pais da: Igreja. Primitiva, ate o terceiro século e unânime em afirmar que a crucificação teve lugar na sexta-feira.
2. Parasceve ou sexta-feira. , significa “preparação para o sábado”. Na passagem de Marcos 15.42, fica terminantemente esclarecido que Jesus morreu numa sexta-feira:

“E, chegada a tarde, porquanto era o dia da “preparação”, isto é, a “véspera do sábado’.’.
Isso o autor deste evangelho registrou a fim de certificar-se de que seus leitores, não judeus, entenderiam que ele apontava o dia da crucificação como o dia imediatamente anterior ao sábado, pois leitores gentios talvez não entendessem a expressão “preparação” como designação para um dia particular da semana.
Nas fontes informativas judaicas também encontramos provas sobre o fato de que o Senhor Jesus foi morto no dia da “preparação” ou em nossa linguagem hodierna — sexta-feira, o dia anterior ao sábado daquela semana da páscoa.

III – TRÊS DIAS E TRÊS NOITES NO SEIO DA TERRA
1. Expressões diversas com o mesmo sentido. “Pois, como Jonas esteve três dias e três noites no ventre da baleia, assim estará o Filho do homem três dias e três noites no seio da terra” (Mt 12.40). Muitas pessoas questionam a veracidade da afirmação de Jesus na passagem em foco. Então perguntam: “Como pôde Jesus permanecer no túmulo três dias e três noites se Ele foi crucificado na sexta-feira e levantado dos mortos no domingo pela manhã?”.
A expressão usa-se em outras conexões das Escrituras como sendo idêntica a “Depois de três dias” (Mt 27.63). Conforme o costume dos judeus e de outros povos da antigüidade, parte de um dia, no começo e no fim de um período, era contado, em casos especiais, como um dia completo (Et 4.16; 5.1).
A expressão “três dias e três noites”, na passagem bíblica supramencionada, equivale a dizer “três dias”. Do mesmo modo, as expressões “Depois de três dias” e “ao terceiro dia” (Mc 8.31; 10.34; Jo 2. 19), são frases que se usam uma pela outra para significar o período de tempo que Jesus passou no “seio da terra”, desde a tarde da sexta-feira à manhã do domingo.
2. Diferentes métodos de contagem do tempo. Conforme nosso costume ocidental, muitas vezes usamos o mesmo método de contagem do tempo. Por exemplo, muitos casais esperara que seus filhos nasçam antes de meia-noite de 31 de dezembro. Se nascido as 23,59 horas a criança será tratada, para efeito de imposto de renda, como tendo nascido a 365 dias e 365 noites daquela data. Isto é verdade mesmo que 99,9% do ano já se tenham passado!
De acordo com o ponto de vista dos maiores eruditos no assunto em pauta, no período da Criação o primeiro dia começou com a escuridão, e daí em diante, sucessivamente, cada período de 24 horas foi indicado como “a tarde e a manhã” (Gn 1.5).
Ao considerarmos o período de tempo desde o sepultamento até a ressurreição de Cristo, concluiremos que todos estes argumentos devem estar presentes.
3. O cômputo abrangente.No cômputo abrangente do tempo, as noites são retrospectivas, isto é, apontam para trás, porém os dias são prospectivos, apontam para a frente. Isso se dá, devido ao sistema judaico de calcular o espaço de tempo entre as 18h do dia anterior e as 1 8h do dia posterior. Conforme este sistema, o dia judaico começa às 18h, ou seja, um período de tempo que irá terminar no dia seguinte às mesmas horas.
Assim a noite da sexta-feira é retroativa: vai das seis horas da manhã desse dia até às 18h do dia anterior, isto é, da quinta-feira quando teve início a noite de sexta. Do mesmo modo, a noite do sábado também é retroativa: vai das 6h da manhã do sábado até às 1 8h da sexta-feira, quando teve início a noite de sábado, e assim sucessivamente. Dessa maneira, não há dificuldades alguma em compreendermos que qualquer período de tempo no domingo, depois das 6h é contado como um todo daquele dia, segundo este cômputo.

IV – RESSURREIÇÃO E GLORIFICAÇÃO = I CORINTIOS 15: 21
Jesus foi o primeiro a ser ressuscitado dentre os mortos para uma existência glorificada, não mais sujeita à morte como castigo pelo pecado (At 26.23).
Quando voltar a este mundo, ele levantará seus servos da morte para a vida ressurreta, como a sua própria vida ( I Co 15.20-23; 2 Co 5.1-5; Fp 3.20-21).Na verdade, ele ressuscitará da morte toda a raça humana. Porém os que não são seus ressurgirão para a condenação (Jo 5.29) e estarão sujeitos “à segunda morte” por causa de seus peca- dos (Ap 2.11; 21.8). Os cristãos que estiverem vivos na sua vinda, naquele instante passarão por uma maravilhosa transformação ( I Co 15.50-54).
Há uma continuidade entre o corpo mortal e o corpo imortal. Jesus ressurgiu com o mesmo corpo com que morreu. Paulo compara o corpo mortal e o corpo da ressurreição com uma semente e a planta que dela brota ( I Co 15.35-44). Embora haja continuidade, há também descontinuidade. Nosso corpo atual, como o de Adão, é natural e terreno, sujeito à fraqueza e à morte. O corpo da ressurreição, como o de Cristo, será espiritual, criado e sustentado pelo Espírito Santo, e pertencerá à ordem celestial, eterna e imperecível ( I Co 15.45-54).
Depois da ressurreição, os discípulos de Jesus puderam reconhecê-lo, apesar da diferença de seu novo corpo. Do mesmo modo, os cristãos reconhecerão uns aos outros, e haverá reuniões jubilosas quando cessar a separação causada pela morte. Isso se deduz de 1 Ts 4.13-18. Nessa passagem, Paulo assegura aos que estão aflitos que eles verão outra vez seus amados que são cristãos.
Glorificação é a obra de transformação que remove de nós todo o pecado e nos coloca num estado de perfeita comunhão com Deus (1 Co 13.12). Os santos cultuarão e servirão a Deus com uma natureza transformada e um coração libertado. Nosso desejo de estar com Deus e desfrutar de seu amor será cumprido na presença do Deus trino 
(Jó 19.26; Mt 5.8; Ap 22.3-4).

A descrição de Paulo, em Rm 8.30, do processo pelo qual Deus salva seus eleitos termina com um notável tempo verbal passado: “glorificou” aqueles que estavam salvos literalmente, a glorificação está ainda no futuro para cada um dos eleitos, com exceção do próprio Jesus. O pensamento de Paulo, aparentemente, é que nossa glorificação já foi decidida por Deus, como parte do seu plano soberano, e pode ser considerada como absolutamente certa.

V – A Ressurreição de Cristo é Garantia da Nossa – 1 CORÍNTIOS 15.12-28
O argumento aqui visa a mostrar primeiro, que nossa ressurreição está intimamente ligada com a de Cristo. Nossa ressurreição é certa, porque ele, como o representante da humanidade, ressuscitou dentre os mortos, num corpo humano que, embora mais etéreo em sua textura, foi facilmente reconhecido por aqueles que o haviam conhecido antes.

Maria reconheceu as bem conhecidas entonações da voz do seu Senhor. Tomé foi obrigado a crer, apesar de seus protestos em contrário. De fato, todos os amigos do Senhor foram convencidos mesmo contra sua vontade. Eles receberam a notícia de que ele ressuscitara como sendo histórias sem fundamento. Portanto, diz o apóstolo, é muito mais fácil admitir que o homem ressuscitará do que enfrentar as dificuldades representadas por um Cristo ainda morto, uma fé vã, um vão evangelho e um falso testemunho de tantas testemunhas dignas de crédito.
Que explosão de música irrompe nos versículos 20 a 28! A primícia é o precursor e a “amostra” da colheita toda. Em Cristo a Igreja inteira é apresentada a Deus.
Notemos a ordem divina no versículo 23: primeiro Cristo; depois, os que lhe pertencem; por último, o fim, quando a morte será destruída, todos os inimigos vencidos, e o reino de um universo emancipado finalmente entregue pelo Mediador ao Pai.


 VI – O CORPO ATUAL, SEMENTE DE UM CORPO GLORIOSO 1 CORÍNTIOS 15.29-41
A antevisão da ressurreição final ajudava os cristãos primitivos a suportar sofrimentos incríveis. Quando uma fileira tombava sob a perseguição, outra estava pronta para tomar o seu lugar; jovens crentes assumiam o nome dos mártires, de modo a perpetuar seu testemunho. Fora com essa esperança no coração que Paulo mesmo enfrentara, em Éfeso, o tumulto da multidão enfurecida (AÍ 19).
A crença na sublime anulação dos últimos efeitos do pecado era uma das principais feições do vitorioso poder do cristianismo. Em toda semente existe o germe de um novo e belo fruto, mais elaborado, mas ainda assim idêntico. Portanto, em cada um de nós, existe alguma coisa que tem a capacidade e a potencialidade de gerar outro corpo, através do qual o espírito emancipado será capaz de expressar-se mais perfeitamente do que neste corpo atual que é composto de material menos refinado.
Não é difícil crer nisso, depois de vermos a lagarta se transformar em borboleta. O mundo está cheio de coisas admiráveis e belas. A capacidade criadora de Deus se revela numa miríade de diferentes organismos. Ë por isso que a espiga dourada do trigo é mais bonita que a pequena semente marrom lançada na terra lavrada; assim, é de sua vontade que o corpo a surgir supere o presente em glória.

VII – A VITÓRIA SOBRE O PECADO  E A MORTE – 1 CORÍNTIOS 15.42-58
A vida no outro lado será tão real e tão intensa quanto esta. Nós não nos dissolveremos numa névoa fina, nem esvoaçaremos como fantasmas incorpóreos. Cada um de nós será provido com um corpo como aquele que o Senhor tinha depois que ressuscitou dentre os mortos. Será um corpo espiritual, capaz de ir e vir obedecendo a um desejo ou a um pensamento; um corpo que será perfeitamente adaptado ao ambiente de seu mundo espiritual.
O último Adão, o Senhor, realizará isso para nós. Mas nós devemos, nesse ínterim, fazer o melhor uso possível da disciplina da mortalidade, conservando nosso corpo puro e digno como templo e veículo do Espírito Santo até que venhamos a nascer no próximo estágio da existência.
Que triunfo ressoa nos quatro versículos finais! Gerações e gerações de cristãos já se posicionaram à volta dos restos mortais de seus entes queridos, pronunciando essas palavras de imortal esperança. O toque da trombeta reunirá os que já tiverem morrido e os santos ainda vivos na terra, formando um poderoso exército constituído por uma humanidade transfigurada e redimida.
Oh dia feliz! Então, nós nos manifestaremos e seremos galardoados e glorificados com Cristo. Todos os mistérios serão solucionados, todas asperguntas respondidas! Mas enquanto não chega esse dia, abundemos sempre na obra do Senhor Não devemos esquecer que quando falamos de ressurreição precisamos dizer alguma palavras sobre a “A Ascensão de Jesus”






VIII – A ASCENSÃO DE JESUS – Lucas 24.51
A ascensão de Jesus foi um ato de seu Pai que consistiu em afastá-lo da visão dos discípulos, que estavam com os olhas fitos no céu (um sinal de exaltação), para dentro duma nuvem (um sinal da presença de Deus, At 1.9-1 1).

Esse ato não foi uma forma de viagem espacial, mas o passo que se seguiu á ressurreição, o retomo de Jesus da morte às alturas da glória. Jesus predisse a ascensão (Jo 662; 14.2,12; 16.5,10,17,28; 20.17), e Lucas descreve-a (Lc 24.50-53; At 1.6-11).
Paulo a celebra e afirma o conseqüente senhorio de Cristo (Ef 1.20; 4.8-10; Fp 2.9-1 1; 1 Tm 3.16). O autor da Carta aos Hebreus aplica essa verdade para encorajar os corações desfalecidos (Hb 1.3; 4.14; 9.24). Jesus Crista é o Senhor do universo, fonte de enorme encorajamento para todos os crentes. A ascensão, de certo ponto de vista, foi a restauração da glória que o Filho tinha antes da Encarnação; de outro ponto de vista, foi a glorificação da natureza humana de um modo que nunca ocorreu antes e, de um terceiro ponto de vista, foi o começo de um mina que antes não tinha existido dessa forma.
A ascensão estabelece três fatos:
1. O poderio pessoal de Cristo. Ascensão significa elevação. Assentar-se à direita do Pai é ocupar a posição de soberano em nome de Deus (Mt 28.18; I Co 15.27; Ef 1.20-22; I Pe 3.22).
2. A onipresença espiritual de Cristo. No santuário celestial da Sião celestial(Hb 9: 24; 12.22-24), Jesus é acessível a todos os que invocam o seu nome(Hb 4.14) e poderoso para auxiliá-los, em qualquer lugar do mundo (Hb 4.16; 7.25; 13.6-8).
3. O ministério celestial de Cristo. O Senhor, como Rei, intercede por seu povo (Rm 8.34; Hb 7.25). Embora pedir ao Pai seja parte de suas atribuições(Jo 14.16), a essência da intercessão de Cristo é a intervenção em nosso favor, ao invés de súplica em nosso benefício (como se sua posição fosse de mera compaixão, sem status ou autoridade). Na sua soberania, ele agora prodigaliza em nosso favor os benefícios que seu sofrimento ganhou para nós. Do seu trono, ele envia o Espírito Santo constantemente para enriquecer seu povo (Jo 16.7-14; At 2.33) e equipá-lo para o serviço (Ef 4.8-12).

Conclusão:
O Evangelho: Cristo Morreu e Ressuscitou – 1 CORÍNTIOS 15.1-11
Se o capítulo 13 é um salmo de amor, este capítulo é um salmo de esperança, uma esperança que não pode ser frustrada. É o mais memorável argumento que existe em defesa da ressurreição do corpo.
Notemos que a ressurreição não era, primeiramente, uma doutrina, mas um fato.
Não é necessário prová-la, mas simplesmente dizer que Cristo ressurgiu e, portanto, todos ressurgiremos, porque Cristo é o Filho do homem.
Outras religiões se baseiam em filosofia e metafísica, mas o túmulo vazio no jardim de José de Arimatéia é a chave de abóboda do evangelho.
Se ela não puder ser sustentada, como o foi na Igreja Primitiva, a superestrutura desmorona como um aglomerado de nuvens. Mas ela pode ser sustentada. Há mais evidências em favor da ressurreição de Jesus do que de qualquer outro fato da história moderna. Da mesma forma que as pessoas podem recusar- se a crer na ressurreição do Senhor podem fazê-lo em relação à batalha de Waterloo.
O testemunho de Paulo é por demais importante, porque ele sabia tudo que os fariseus podiam alegar contra ela. Na verdade, ele próprio também havia feito oposição a ela. Notemos que as palavras “não eu” (v.10) também aparecem em 7.10 e Gálatas 2.20.

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Elaboração pelo:- Evangelista Isaias Silva de Jesus (auxiliar)
Igreja Evangélica Assembléia de Deus Ministério Belém Em Dourados – MS
Lições bíblicas CPAD 1989
Bíblia de Estudo Genebra
Comentário Bíblico F.B. Meyer
www.ensinodominical.com.br
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BOM amados irmãos através do SENHOR JESUS temos direito a vida eterna!
e este dia está tão perto, estamos nos ultimos momentos. ALELUIAS!


A Crucificação de Cristo, a partir de um ponto de vista médico de C. Truman Davis







Dados históricos: primeiro um estudo da prática de crucificação, quer dizer, tortura e execução por fixação numa cruz.
Aparentemente, a primeira prática conhecida de crucificação foi realizado pelos persas. Alexandre e seus generais trouxeram esta prática para o mundo mediterrâneo--para o Egito e para Cartago. Os romanos aparentemente aprenderam a prática dos cartagineses e (como quase tudo que os romanos fizeram) rapidamente desenvolveram nesta prática um grau muito alto de eficiência e habilidade. Vários autores romanos (Lívio, Cícero, Tácito) comentam a crucificação, e são descritas várias inovações, modificações, e variações na literatura antiga. 
Por exemplo, a porção vertical da cruz (ou “stipes”) poderia ter o braço que cruzava (ou “patibulum”) fixado cerca de um metro debaixo de seu topo como nós geralmente pensamos na cruz latina. A forma mais comum usada no dia de nosso Senhor, porém, era a cruz “Tau”, formado como nossa letra “T”. Nesta cruz o patibulum era fixado ao topo do stipes. Há evidência arqueológica que foi neste tipo de cruz que Jesus foi crucificado. Sem qualquer prova histórica ou bíblica, pintores Medievais e da Renascença nos deram o retrato de Cristo levando a cruz inteira. Mas o poste vertical, ou stipes, geralmente era fixado permanentemente no chão no local de execução. O homem condenado foi forçado a levar o patibulum, pesando aproximadamente 50 quilos, da prisão para o lugar de execução.
Muitos dos pintores e a maioria dos escultores de crucificação, também mostram os cravos passados pelas palmas. Contos romanos históricos e trabalho experimental estabeleceram que os cravos foram colocados entre os ossos pequenos dos pulsos (radial e ulna) e não pelas palmas. Cravos colocados pelas palmas sairiam por entre os dedos se o corpo fosse forçado a se apoiar neles. O equívoco pode ter ocorrido por uma interpretação errada das palavras de Jesus para Tomé, “vê as minhas mãos”. Anatomistas, modernos e antigos, sempre consideraram o pulso como parte da mão.
Um titulus, ou pequena placa, declarando o crime da vítima normalmente era colocado num mastro, levado à frente da procissão da prisão, e depois pregado à cruz de forma que estendia sobre a cabeça. Este sinal com seu mastro pregado ao topo teria dado à cruz um pouco da forma característica da cruz latina.


O suor como gotas de sangue: O sofrimento físico de Jesus começou no Getsêmani. Em Lucas diz: "E, estando em agonia, orava mais intensamente. E aconteceu que o seu suor se tornou como gotas de sangue caindo sobre a terra." (Lc 22:44) Todos os truques têm sido usados por escolas modernas para explicarem esta fase, aparentemente seguindo a impressão que isto não podia acontecer. No entanto, consegue-se muito consultando a literatura médica. Apesar de muito raro, o fenômeno de suor de sangue é bem documentado. Sujeito a um stress emocional, finos capilares nas glândulas sudoríparas podem se romper, misturando assim o sangue com o suor. Este processo poderia causar fraqueza e choque. Atenção médica é necessária para prevenir hipotermia.
Após a prisão no meio da noite, Jesus foi levado ao Sinédrio e Caifás o sumo sacerdote, onde sofreu o primeiro traumatismo físico. Jesus foi esbofeteado na face por um soldado, por manter-se em silêncio ao ser interrogado por Caifás. Os soldados do palácio tamparam seus olhos e zombaram dele, pedindo para que identificasse quem o estava batendo, e esbofeteavam a Sua face.

A condenação: De manhã cedo, Jesus, surrado e com hematomas, desidratado, e exausto por não dormir, é levado ao Pretório da Fortaleza Antônia, o centro de governo do Procurador da Judéia, Pôncio Pilatos. Você deve já conhecer a tentativa de Pilatos de passar a responsabilidade para Herodes Antipas, tetrarca da Judéia. Aparentemente, Jesus não sofreu maus tratos nas mãos de Herodes e foi devolvido a Pilatos. Foi em resposta aos gritos da multidão que Pilatos ordenou que Bar-Abbas fosse solto e condenou Jesus ao açoite e à crucificação.
Há muita diferença de opinião entre autoridades sobre o fato incomum de Jesus ser açoitado como um prelúdio à crucificação. A maioria dos escritores romanos deste período não associam os dois. Muitos peritos acreditam que Pilatos originalmente mandou que Jesus fosse açoitado como o castigo completo dele. A pena de morte através de crucificação só viria em resposta à acusação da multidão de que o Procurador não estava defendendo César corretamente contra este pretendente que supostamente reivindicou ser o Rei dos judeus.
Os preparativos para as chicotadas foram realizados quando o prisioneiro era despido de suas roupas, e suas mãos amarradas a um poste, acima de sua cabeça. É duvidoso se os Romanos teriam seguido as leis judaicas quanto às chicotadas. Os judeus tinham uma lei antiga que proibia mais de 40 (quarenta) chicotadas.

O açoite: O soldado romano dá um passo a frente com o flagrum (açoite) em sua mão. Este é um chicote com várias tiras pesadas de couro com duas pequenas bolas de chumbo amarradas nas pontas de cada tira. O pesado chicote é batido com toda força contra os ombros, costas e pernas de Jesus. Primeiramente as pesadas tiras de couro cortam apenas a pele. Então, conforme as chicotadas continuam, elas cortam os tecidos debaixo da pele, rompendo os capilares e veias da pele, causando marcas de sangue, e finalmente, hemorragia arterial de vasos da musculatura.
As pequenas bolas de chumbo primeiramente produzem grandes, profundos hematomas, que se rompem com as subseqüentes chicotadas. Finalmente, a pele das costas está pendurada em tiras e toda a área está uma irreconhecível massa de tecido ensangüentado. Quando é determinado, pelo centurião responsável, que o prisioneiro está a beira da morte, então o espancamento é encerrado.
Então, Jesus, quase desmaiando é desamarrado, e lhe é permitido cair no pavimento de pedra, molhado com Seu próprio sangue. Os soldados romanos vêm uma grande piada neste Judeu, que se dizia ser o Rei. Eles atiram um manto sobre os seus ombros e colocam um pau em suas mãos, como um cetro. Eles ainda precisam de uma coroa para completar a cena. Um pequeno galho flexível, coberto de longos espinhos é enrolado em forma de uma coroa e pressionado sobre Sua cabeça. Novamente, há uma intensa hemorragia (o couro do crânio é uma das regiões mais irrigadas do nosso corpo).
Após zombarem dele, e baterem em sua face, tiram o pau de suas mãos e batem em sua cabeça, fazendo com que os espinhos se aprofundem em sua cabeça. Finalmente, cansado de seu sádico esporte, o manto é retirado de suas costas. O manto, por sua vez, já havia aderido ao sangue e grudado nas feridas. Como em uma descuidada remoção de uma atadura cirúrgica, sua retirada causa dor toturante. As feridas começam a sangrar como se ele estivesse apanhando outra vez.

A cruz: Em respeito ao costume dos judeus, os romanos devolvem a roupa de Jesus. A pesada barra horizontal da cruz á amarrada sobre seus ombros, e a procissão do Cristo condenado, dois ladrões e o destacamento dos soldados romanos para a execução, encabeçado por um centurião, começa a vagarosa jornada até o Gólgota. Apesar do esforço de andar ereto, o peso da madeira somado ao choque produzido pela grande perda de sangue, é demais para ele. Ele tropeça e cai. As lascas da madeira áspera rasgam a pele dilacerada e os músculos de seus ombros. Ele tenta se levantar, mas os músculos humanos já chegaram ao seu limite.
O centurião, ansioso para realizar a crucificação, escolhe um observador norte-africano, Simão, um Cirineu, para carregar a cruz. Jesus segue ainda sangrando, com o suor frio de choque. A jornada de mais de 800 metros da fortaleza Antônia até Gólgota é então completada. O prisioneiro é despido - exceto por um pedaço de pano que era permitido aos judeus.

A crucificação: A crucificação começa: Jesus é oferecido vinho com mirra, um leve analgésico. Jesus se recusa a beber. Simão é ordenado a colocar a barra no chão e Jesus é rapidamente jogado de costas, com seus ombros contra a madeira. O legionário procura a depressão entre os osso de seu pulso. Ele bate um pesado cravo de ferro quadrado que traspassa o pulso de Jesus, entrando na madeira. Rapidamente ele se move para o outro lado e repete a mesma ação, tomando o cuidado de não esticar os ombros demais, para possibilitar alguma flexão e movimento. A barra da cruz é então levantada e colocado em cima do poste, e sobre o topo é pregada a inscrição onde se lê: "Jesus de Nazaré, Rei dos Judeus".
O pé esquerdo agora é empurrado para trás contra o pé direito, e com ambos os pés estendidos, dedos dos pés para baixo, um cravo é batido atraves deles, deixando os joelhos dobrados moderadamente. A vítima agora é crucificada. Enquanto ele cai para baixo aos poucos, com mais peso nos cravos nos pulsos a dor insuportável corre pelos dedos e para cima dos braços para explodir no cérebro – os cravos nos pulsos estão pondo pressão nos nervos medianos. Quando ele se empurra para cima para evitar este tormento de alongamento, ele coloca seu peso inteiro no cravo que passa pelos pés. Novamente há a agonia queimando do cravo que rasga pelos nervos entre os ossos dos pés.
Neste ponto, outro fenômeno ocorre. Enquanto os braços se cansam, grandes ondas de cãibras percorrem seus músculos, causando intensa dor. Com estas cãibras, vem a dificuldade de empurrar-se para cima. Pendurado por seus braços, os músculos peitorais ficam paralisados, e o músculos intercostais incapazes de agir. O ar pode ser aspirado pelos pulmões, mas não pode ser expirado. Jesus luta para se levantar a fim de fazer uma respiração. Finalmente, dióxido de carbono é acumulado nos pulmões e no sangue, e as cãibras diminuem. Esporadicamente, ele é capaz de se levantar e expirar e inspirar o oxigênio vital. Sem dúvida, foi durante este período que Jesus consegui falar as sete frases registradas:
Jesus olhando para os soldados romanos, lançando sorte sobre suas vestes disse: "Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem. " (Lucas 23:34)
Ao ladrão arrependido, Jesus disse: "Em verdade te digo que hoje estarás comigo no paraíso." (Lucas 23:43)
Olhando para baixo para Maria, sua mãe, Jesus disse: “Mulher, eis aí teu filho.”E ao atemorizado e quebrantado adolescente João, “Eis aí tua mãe.” (João 19:26-27)
O próximo clamor veio do início do Salmo 22, “Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?”
Ele passa horas de dor sem limite, ciclos de contorção, câimbras nas juntas, asfixia intermitente e parcial, intensa dor por causa das lascas enfiadas nos tecidos de suas costas dilaceradas, conforme ele se levanta contra o poste da cruz. Então outra dor agonizante começa. Uma profunda dor no peito, enquanto seu pericárdio se enche de um líquido que comprime o coração.
Lembramos o Salmo 22 versículo 14 “Derramei-me como água, e todos os meus ossos se desconjuntaram; meu coração fez-se como cera, derreteu-se dentro de mim.”
Agora está quase acabado - a perda de líquidos dos tecidos atinge um nível crítico - o coração comprimido se esforça para bombear o sangue grosso e pesado aos tecidos - os pulmões torturados tentam tomar pequenos golpes de ar. Os tecidos, marcados pela desidratação, mandam seus estímulos para o cérebro.
Jesus clama “Tenho sede!” (João 19:28)
Lembramos outro versículo do profético Salmo 22 “Secou-se o meu vigor, como um caco de barro, e a língua se me apega ao céu da boca; assim, me deitas no pó da morte.”
Uma esponja molhada em “posca”, o vinho azedo que era a bebida dos soldados romanos, é levantada aos seus lábios. Ele, aparentemente, não toma este líquido. O corpo de Jesus chega ao extremo, e ele pode sentir o calafrio da morte passando sobre seu corpo. Este acontecimento traz as suas próximas palavras - provavelmente, um pouco mais que um torturado suspiro “Está consumado!”. (João 19:30)
Sua missão de sacrifício está concluída. Finalmente, ele pode permitir o seu corpo morrer.
Com um último esforço, ele mais uma vez pressiona o seu peso sobre os pés contra o cravo, estica as suas pernas, respira fundo e grita seu último clamor:“Pai, nas tuas mãos entrego o meu espírito!” (Lucas 23:46).
O resto você sabe. Para não profanar a Páscoa, os judeus pediam para que o réus fossem despachados e removidos das cruzes. O método comum de terminar uma crucificação era por crucificatura, quebrando os ossos das pernas. Isto impedia que a vítima se levantasse, e assim eles não podiam aliviar a tensão dos músculos do peito e logo sufocaram. As pernas dos dois ladrões foram quebradas, mas, quando os soldados chegaram a Jesus viram que não era necessário.

Conclusão: Aparentemente, para ter certeza da morte, um soldado traspassou sua lança entre o quinto espaço das costelas, enfiado para cima em direção ao pericárdio, até o coração. O verso 34 do capítulo 19 do evangelho de João diz: "E imediatamente verteu sangue e água." Isto era saída de fluido do saco que recobre o coração, e o sangue do interior do coração. Nós, portanto, concluímos que nosso Senhor morreu, não de asfixia, mas de um enfarte de coração, causado por choque e constrição do coração por fluidos no pericárdio.

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Bom queridos, o estudo é grande, mas vale a pena ler. Pois todo sofrimento ai descrito o Senhor JESUS passou por amor a nós. Vale salientar que ELE é DEUS e poderia a qualquer momento sair daquela situação, ou até mesmo nem passar por tudo isso se Ele quisesse, mas por AMOR a nossas VIDAS não voltou atrás em nenhum momento.
Este estudo foi tirado deste site: www.hermeneutica.com 
A GRAÇA E A PAZ DO SENHOR PRA VOCÊS..